
- “Hoje é festa lá no meu apê, pode aparecer” É muito fácil para o Latino cantar isso afinal com o apartamento na Lagoa, que ele mora, cercado de diversos assessores, organizar um evento desses não é tão trabalhoso. Mas vamos para o mundo real onde nem todos tem organizadores e pessoas para limpar a festa. Uma reunião social dentro de um apartamento normalmente é apreciada por ser mais aconchegante e ter uma melhor interação social e para os convidados é algo totalmente lado A. Porém vendo pelo lado do responsável da festa é algo ultra lado B. Abaixo segue a lista de desgastes: Primeiro - A temida lista de convidados, tem que ser avaliada muito bem, pois qualquer um não pode entrar na sua residência ou na casa de quem for a festa. Segundo: Organizar o som, que não pode ser tão alto, pois prédios são moradias coletivas então fazer um baile funk no 403 não vai agradar o vizinho do 809, pois ele vem de uma família católica evangélica kardecista praticante e não gosta nada de pessoas se divertindo. Terceiro: Fazer as pessoas levarem o álcool que vão consumir, pois como nem todo mundo é o Latino, que apesar de ter uma musicalidade duvidosa seus “hits” lhe rendem bons frutos financeiros, as pessoas comum conseguem bancar o simples como refrigerante e comida, mas bancar bebidas etílicas é difícil ainda mais quando o público é um consumidor voraz. Esse tema tem uma diversidade de assunto ainda e terá uma segunda para escrita em breve, mas para fechar conto uma historinha da ultima “festa no apê” frequentada por minha pessoa: Sábado a noite (não; nada pode mudar, Lulu Santos estava errado), comemoração do aniversário de uma amiga com uma festa temática anos 70, festa rolando, boa música, muita bebida, pessoas se conhecendo e muitas máquinas digitais, celulares e outros pertences soltos, então para que se preocupar, afinal todos eram amigos certo? Errado no dia seguinte soube da noticia do furto de uma câmera que estava circulando pela festa, agora o detalhe irônico é que na mesma festa tinham para mais de 10 agentes da policia civil do Rio de Janeiro interagindo e se divertindo, o mão leve não teve nem medo e muito menos respeito pelo fato de estar cercado por agentes da lei e passou a mão sem dó nem piedade deixando a responsável pela festa e a dona da maquina muito chateada com essa situação, mas cleptomania é uma doença e tem cura.
Já é o terceiro caso de máquinas fotográficas roubadas que conheço. E por incrível que apareça,todas em ambientes frequentado por pessoas de classe média.
ResponderExcluirCura para a cleptomania,como já dizia Didi Mocó...
Porradaaaaaaaa
1 comentário...é o primeiro...devo fazer uma festa por conta disso....
ResponderExcluirFarei uma ato no Largo da carioca comemorando esse primeiro comentário. Comida e Cerveja liberado.
O primeiro que chegar começe os preparativos.